Já acompanho o MasterChef Austrália há algum tempo e sempre pensei "Podia haver um programa destes em Portugal"...e não é que no Sábado é a estreia do MasterChef na RTP? :)
Gosto deste género concursos: MasterChef, Hell's Kitchen, Chopped e por aí fora.
Mas o MasterChef é diferente, ainda se consegue aprender algumas receitas! Para além de ser um programa onde os concorrentes mostram os seus dotes culinários também lhes ensinam determinados pratos, o que permite ao telespectador aprender alguns truques!
Espero que o formato do programa português não fuja muito ao australiano, esse está muito bem conseguido!
Começou hoje uma campanha de sensibilização de apoio à SPEM (Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla), desenvolvida com a ajuda da Biogen Idec.
O que vos peço é muito simples e demora poucos segundos: até 4 de Julho, por cada “gosto” neste vídeo, a SPEM irá receber o donativo de 2€!
Lembrem-se que têm de "gostar" da página da SPEM no Facebook para poderem pôr o "gosto" no vídeo.
Partilhem! E aqueles que não têm conta no Facebook, partilhem na mesma!
O poema "A dor mente" foi escrito por João Negreiros, a música é de Rodrigo Leão (que a compôs propositadamente para o poema), o realizador é Joaquim Pavão e os actores fazem todos parte do grupo dos Amigos da Esclerose Múltipla em Aveiro.
a dor mente
a minha dormência anda acordada de dia e de noite
tem dias em que nem o chão me sente
tem pernas em que nem sinto as horas
o corpo todo foi parar a um formigueiro e anda todo a trabalhar por mim
sou feliz à vossa semelhança
a doença tem dias
a doença tem os meus dias
acordo cansado como se o dia tivesse sido ontem
disseram-me que ia acabar numa cadeira de rodas
mas ontem andei contra a maré e ainda tinha pé
eu tenho esclerose múltipla
mas não a tenho todos os dias porque sou muito atarefado e tenho que fazer outras coisas também
tenho que ser outras coisas também
outras coisas também
sou outras coisas também
somos outras coisas também
somos tudo também
o meu sistema anda nervoso à conta disto
mas o teu carinho cura-me
e o amor não tem remédio
tenho falta de equilíbrio
mas ainda hei-de fugir com o circo e caminhar num arame onde há espaço para todos
vê onde pões os pés que há um grande caminho para fazer
não sinto quando me tocas mas amo-te
mesmo sem mãos
mesmo sem dedos
mesmo sem pés
mesmo sem cara
mas com tudo o resto
tenho tudo
tenho tudo o resto
fica comigo que eu prometo que vou fazer tudo para te sentir para sempre
Ontem à noite (finalmente!) vi o Limitless, conhecem?
Sabem que só usamos 20% do nosso cérebro, certo? Agora imaginem que um comprimidinho transparente e todo catita nos possibilitava a o uso de 100%!
Conseguem imaginar o que é conseguir aceder a qualquer informação que se tenha adquirido durante a vida, quer tenha sido ontem ou há 10 anos atrás? Melhor, conseguem imaginar o que é aprender línguas, tocar um instrumento, ou qualquer outra matéria em pouquíssimo tempo?
Parece tudo muito bom, não é? Contudo o uso excessivo do comprimido vai começar a acarretar efeitos secundários e...vejam o filme ;)
[A única coisa que me deixou confusa foi o fim, eu tenho uma opinião e o C* tem outra...mas é melhor não falar para não estragar o fim a ninguém :p]